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Flebótomo e a Leishmaniose

Flebótomo e a Leishmaniose

2019-03-21

O Flebótomo é um insecto muito semelhante, visualmente, ao mosquito, que actua como transmissor do parasita da Leishmaniose e necessita de condições geográficas/ climatéricas apropriadas para a sua multiplicação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora, o que é a Leishmaniose?

É uma Zoonose (doença que pode ser transmitida do animal para o ser humano) que afecta, sobretudo, os cães. Esta é causada por um parasita, transmitido pelo Flebótomo, que invade diversos órgãos, causando lesões de diferentes gravidades, e podendo, ainda, causar a morte do animal.

Os sintomas mais comuns nos cães são: aumento dos gânglios linfáticos, crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, úlceras e descamação da pele (principalmente na zona das orelhas e à volta dos olhos), emagrecimento súbito, atrofia muscular, sangramento nasal, anemia, alterações dos rins, fígado e articulações, entre outros.


Para se efectuar o diagnóstico desta patologia realiza-se uma análise ao sangue do animal. O tratamento é complicado e pode nunca conduzir a uma cura efectiva, por isso o ideal é sempre prevenir.


De forma a evitar que o seu companheiro contraia esta doença, deve colocar um desparasitante externo (em forma de coleira ou pipeta) com a indicação de que é realmente repelente para o Flebótomo (pois nem todos o são).

Além do desparasitante, pode ainda vacina-lo contra a Leishmaniose, de forma a que ele esteja protegido de "dentro para fora", estimulando a produção de  anti corpos.

Estima-se que, em Portugal, existam 110 mil cães infectados com a Leishmaniose, embora muitos não manifestem qualquer sintoma.

Portanto, se pretende deslocar-se para uma zona de maior incidência desta doença, proteja o seu companheiro.

Em caso de dúvidas, contacte-nos!